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sábado, 12 de novembro de 2011

Exportar não é a solução

Artigo

Exportar não é a solução

01/02/2011, por Rui Nogueira
Exportar não é a solução
Rui Nogueira

Nunca foi. Desde os tempos da colônia, as nossas riquezas naturais são "exportadas" sem que isto traduza uma vida melhor para nós, nativos deste Brasil. Sai pau-brasil, pura e simplesmente extraído e levado; ouro, diamantes, minérios e chegando mesmo nos produtos agrícolas, açúcar, café e, agora, a soja. As plantações são incrementadas apenas no interesse exterior (países exploradores).
Sempre levam a riqueza e fica o buraco e a miséria. Em Trayras, Goiás, isto está bem estampado. Com o ouro descoberto no rio de mesmo nome e afluente do Rio Maranhão, a cidade chegou a ter centenas de casas com milhares de escravos. Hoje se resume em cinco casas, apenas, e em ruínas a igreja e a cadeia. O ouro esgotou e a riqueza foi transferida para o exterior.
A borracha deixou apenas um imponente teatro em Manaus. O açúcar, há séculos viçoso no Nordeste, não consegue retribuir com uma vida de qualidade para os brasileiros que plantam e colhem a cana.
O cacau brasileiro de tempos áureos, mesmo em uma estrutura semifeudal, hoje está relegado ao segundo plano, pois os fabricantes de chocolate (principalmente da Europa), preferem o cacau da Costa do Marfim, quase todo colhido com trabalho escravo infantil, conforme constatou recentemente uma reportagem na TV a cabo (no Canal GNT) e produzida por jornalistas independentes.
O soja, com a maior safra de todos os tempos engolindo e derrubando os cerrados do Centro-Oeste, plantada com sementes naturais, tem um vigoroso e ilegal assédio das sementes transgênicas da Monsanto, modificadas para serem resistentes ao seu herbicida e de descendência difícil, colocará o produtor futuramente nas mãos da empresa, pois as sementes monopolizadas terão disponibilidade e preços de acordo com os interesses dela.
A soja é exportada principalmente para ser ração para bichos, no exterior, e não é divulgado que tudo o que é exportado pelo Brasil tem total isenção de impostos. Indo para fora: zero de imposto mas, aquele destinado para o brasileiro comer, recebe no mínimo 30% de impostos diretos e indiretos.
Ainda existe um "cala-boca" para alguns governos municipais e estaduais, que é a compensação pela arrecadação perdida devido à isenção. Aí, o governo federal desvia o que você, eu e todos nós pagamos em inúmeras taxas e impostos, para pagar ao estado ou município o que deveria ser recolhido pelos exportadores isentados. O vil mercantilismo colonial que só beneficia os exploradores. Cruel ciranda de exploração!
O ferro-gusa, na sua fabricação, utiliza a madeira de nossas matas transformadas em carvão. Quase toda produção é mandada para o exterior com total isenção de impostos. O ferro-gusa, fornecido à indústria de artefatos de ferro ao lado, paga cerca de 30% de impostos. E ainda haverá acusações que nos responsabilizam pelo desmatamento das nossas florestas.
A saca de 60 quilos de café é exportada a 40 dólares. No exterior, torrefeito, reduz-se a 48 quilos e sob a forma de pó é vendido em xícaras de cafezinho a US4 1,75. Isto rende para o dono da cafeteria estrangeira quase 12 mil dólares.
Em contraste, o brasileiro que colhe o café recebe R$ 5 por dia - salário de miséria. Isto é o salário do bóia-fria: R$ 60 por mês. É pior que escravidão, pois ao escravo seu dono dava a comida e um pano de algodão para vestir. Agora, o coitado do trabalhador "livre" tem que prover de roupa e alimento a si e seus filhos. Vamos continuar aceitando esta indignidade no século XXI?
A grande embromação do "mercado" cota o nosso minério de ferro baseado no americano (do estado de Wisconsin), que tem teores de 32% de ferro e o nosso, de Carajás, tem no mínimo 60%. Portanto, para cada tonelada que compram, damos de presente um pouco mais de 300 quilos de ferro. Por isso, grandes graneleiros americanos e japoneses se apressam em levar o que mais puderem tirar daqui, para estocar na sua região. Ficarão aqui, novamente, um buracão e uma miséria sem tamanho.
O minério de ferro na cotação atual - 5 a 7 dólares a tonelada, estabelecida no exterior (por que?) nos obriga - no instante em que um brasileiro viaja para passar uma semana nos EUA, gastando US$ 4.500 - a vender 65 caminhões de minério para ter a moeda necessária para o viajante. Sessenta e cinco caminhões de minério para uma simples viagem. É justo?
Nossas riquezas têm que ser negociadas com preços que permitam aos trabalhadores e produtores criarem os seus filhos com dignidade e honra. Além disso, principalmente alimentos, não podem ser exportados se não há excedentes. Soja e açúcar exportados a preço vil com isenção de impostos e nós com milhões passando fome, entorpecidos por ridícula campanha de propaganda de esmola - o Fome Zero.
Brasileiro não quer esmola, precisa é de um salário justo para criar os seus filhos com honra e um pagamento correto e condizente para as riquezas que vendemos.
Chega de doação aos estrangeiros!
Exportação não é a solução!
Rui Nogueira, médico e escritor
Rui Nogueira
Médico, Pesquisador e Escritor
rui.sol@ambr.com.br
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domingo, 2 de outubro de 2011

O Google Chrome...

O Google Chrome...

O Google Chrome está conquistando um público no Brasil com o qual o Mozilla Firefox nunca sonhou: leigos que não sabem o que é navegador.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Um Olhar Sobre a Legalidade - 1961



ISBN
8579120624
Autor
Ney Eduardo Possapp d´Avila

Formato: 14x21cm - 272 págs - Peso:0,375 Ano:2011

Um Olhar Sobre a Legalidade - 1961


ISBN/EAN-13:9788579120626

25 de Agosto a 7 de Setembro de 1961.

A História da Legalidade rememora os acontecimentos, em Porto Alegre, nos 13 dias que abalaram o Brasil, contextualizados com fatos no Rio Grande do Sul, no Brasil e no Mundo.
Também coloca "pingos" em alguns "is" entre eles:


  • No dia da renúncia de Jânio, 25 de Agosto, Jango não estava na China, estava em Cingapura;

  • Durante, a Legalidade a Base Aérea e o aeródromo militar não estavam em Gravataí, estavam ( e continuam até hoje ) em Canoas;

  • Jango partiu do Aeroporto (velho) São João para Brasília, não do Salgado Filho.


Valor: R$ 32,00

Pedidos: vendas@livrosbrasil.com.br

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

TDF lança o BrOffice 3.3

TDF lança o BrOffice 3.3

Por Luiz Oliveira
Data de Publicação: 25 de Janeiro de 2011
A primeira versão estável do pacote de programas de escritório livre está disponível para download
A The Document Foundation lança o BrOffice 3.3, a primeira versão estável do pacote de programas para escritório livre desenvolvido pela comunidade. Em menos de quatro meses, o número de desenvolvedores trabalhando no BrOffice cresceu de menos de vinte no final de Setembro de 2010, para bem mais de uma centena hoje. A chegada de novos colaboradores, vindos de toda parte do mundo, acelerou o processo, apesar da agressiva agenda definida para o projeto.
O BrOffice 3.3 traz várias funcionalidades novas e originais, mas não é só isso; trata-se de uma conquista significativa por várias razões:
  • a comunidade de desenvolvedores foi capaz de construir seu próprio processo de maneira independente, se estabelecer e começar a funcionar em um espaço de tempo muito curto (no que diz respeito ao tamanho do código básico e às fortes ambições do projeto);
  • graças ao grande número de novas contribuições, através de desenvolvedores atraídos para o projeto, o código fonte sofreu uma limpeza rápida para oferecer uma base melhor para o futuro desenvolvimento do BrOffice;
  • o instalador do Windows, que atinge a maior e mais diversificada base de usuários, foi integrada num pacote simples contendo todos os idiomas, reduzindo, assim, o tamanho do download de 75 para 11GB, tornando mais fácil para nós disponibilizar novas versões mais rapidamente e reduzindo a pegada de carbono de toda a infraestrutura.
Caolán McNamara da RedHat, um dos líderes da comunidade de desenvolvedores, disse: "Estamos animados: é nossa primeira versão estável, e portanto estamos ansiosos pelo retorno dos usuários, que será integrado tão logo seja possível, dentro do código, com as primeiras melhorias sendo liberadas em Fevereiro. A partir de Março, migraremos para uma agenda de versões baseada em tempo real, previsível transparente e pública, de acordo com o desejo do Comitê Gestor de Engenharia e com as solicitações dos usuários". O roteiro de desenvolvimento do BrOffice está disponível em http://wiki.documentfoundation.org/ReleasePlan.
O BrOffice 3.3 traz várias funcionalidades exclusivas. As 10 mais populares entre os membros da comunidade são, não necessariamente nessa ordem: a capacidade de importar e manipular arquivos SVG; Facilidade para formatar páginas de título e a paginação no Writer; Uma ferramenta de navegação mais útil para o Writer; ergonomia melhorada no Calc para o gerenciamento de planilhas e células; e filtros de importação para documentos do Microsoft Works e do Lotus Word Pro. Além disso, várias ótimas extensões estão agora incorporadas, oferecendo importação de arquivos PDF, um painel de apresentação de slides, um assistente de relatório melhorado e muito mais. Uma lista mais completa e detalhada de todas as novas funcionalidades oferecidas pelo LibreOffice 3.3 está disponível na seguinte página da internet: http://www.libreoffice.org/download/new-features-and-fixes/.
O BrOffice 3.3 também oferece todas as novas funcionalidades do OpenOffice.org 3.3, tais como manipulação de novas propriedades personalizadas; incorporação de fontes PDF padrão em documentos PDF; nova fonte Liberation Narrow; proteção melhorada em documentos do Writer e do Calc; dígitos decimais automáticos para o formato "Geral" no Calc; 1 milhão de linhas em uma planilha; novas opções para a importação de arquivos CSV no Calc; inserção de objetos nas planilhas; rótulos hierárquicos para o eixo de rótulos nos gráficos; manipulação do layout dos slides melhorado no Impress; uma nova interface de impressão fácil de usar; mais opções para alteração de capitalização; e abas coloridas para as planilhas no Calc. Muitas dessas novas funcionalidades foram contribuições de membros da equipe do BrOffice anteriores à formação da TDF.
Os desenvolvedores do BrOffice se encontrarão na FOSDEM, em Bruxelas, em 5 e 6 de fevereiro, e apresentarão seus trabalhos em um workshop de um dia, em 6 de fevereiro, com palestras e seções de desenvolvimento de código coordenadas por vários membros do projeto. O site da TDF está em http://documentfoundation.org. O site do BrOffice está em http://pt-br.libreoffice.org/, onde a página de download foi redesenhada pela comunidade para ser mais amigável.

Sobre a The Document Foundation

A TDF tem a missão de facilitar a evolução da Comunidade do OOo em uma organização nova, aberta, independente, e meritocrática nos próximos meses. Uma Fundação Independente é um reflexo melhor dos valores dos nossos contribuidores, usuários e apoiadores, e permitirá uma comunidade mais efetiva, eficiente e transparente. A TDF protegerá os investimentos já feitos através do aproveitamento das conquistas da primeira década, incentivará a larga participação dentro da comunidade, e coordenará as atividades na comunidade.

Contato com a TDF no Brasil

Olivier Hallot (Brasil)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Da Língua ao Rabo & do Pintado ao Surubi Autor Jarbas Duarte Pessano



ISBN 8573491019 Autor Jarbas Duarte Pessano
EAN/ISBN-13:9788573491012 Formato:14x21cm - 112 págs Peso:0,150 Ano: 2010
Da Língua ao Rabo & do Pintado ao Surubi  DISPONÍVEL Cada receita, aqui descrita, foi preparada e testada para esta publicação. São pratos relativamente simples e acessíveis da culinária Riograndense. Alguns, no entanto, tornaram-se raridades como: a “Rabada”, aqui rebatizada de “Rabo atolado no aipim”, e o “Tapichi”, que poucos conhecem. Há pratos, também, que ainda provocam preconceitos e estranheza como: o mondongo, o fígado e a língua. No entanto, a precisão e o tempero, de Jarbas Pessano, driblam qualquer rejeição. Capítulo à parte, o peixe mereceu total dedicação do autor, roubando espaço das carnes, tão fortemente presente na mesa do gaúcho. Suas receitas são tão marcantes que quase se tornaram um livro à parte. Seja carne, seja peixe, “Da Língua ao Rabo & Do Pintado ao Surubi” é um livro para ser “devorado” com muito prazer.
Valor: R$ 59,00
Você encontra nas   livrarias de sua cidade... e/ou peça a editora 
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VEJA O CONVITE ! 
A solução definitiva para o mercado editorial.. editora, livraria e distribuidora de livros...
                      Data:         Horas Local Titulo Editora Autores
30/10/2010 19:30 Praça de Autógrafos Da língua do Rabo & Do Pintado ao Surubi Editora Rígel Jarbas Duarte Pessano
13/11/2010 19:30 Praça de Autógrafos Não ouça tão depressa toda essa dissonância - Crônicas e Artigos Editora Rigel Marcelo Rocha
13/11/2010 20:30 Praça de Autógrafos Missões - República do boi Editora Rigel José Machado Leal

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A crise segundo Einstein

Crise é a benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite. As frases são do físico Albert Einstein e estão no artigo enviado pelo professor Ronaldo Mota. É na crise que nascem invenções, descobrimentos e as grandes estratégias, continua. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina. Sem crise não há méritos. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la. Acabemos com a única crise realmente ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A Gaita Nua - Biografia Autora Mary Teresinha


ISBN 8585186445 Autor Mary Teresinha
Formato:14x21cm - 128 pags. Peso:0,155 Ano:1992
A Gaita Nua - Biografia

ISBN:8585186445 EAN/ISBN-13:9788585186449 “Tenho quinze anos e estou vivendo como concubina de um homem a quem não amo, embora não saiba ainda nem o que é amar e nem o que é ser concubina. O nome do homem e Victor Matheus Teixeira, mais conhecido por Teixeirinha. Ele já foi meu ídolo. Tenho nove anos e estou tocando gaita em um comício para a campanha do novo Pai dos Pobres ao governo do Rio Grande do Sul. Meu avô, a única pessoa no mundo em quem posso acreditar, disse que sempre devemos lutar. Tenho quase quarenta anos e estou casando, finalmente. Vou iniciar com meu marido, Ivan Trilha, uma jornada que passará por vários países. Estou indo em busca de mim mesma e ao mesmo tempo estou fugindo. Tenho todas essas idades e estou com Deus. Já disseram que matei Teixeirinha, que sou uma oportunista e que fiz coisas quase tão ruins quanto aquelas que os outros me fizeram e que pretendia contar aqui. Jogaram minha vida no lixo e agora resolvi falar por mim mesma” Mary Teresinha Valor: R$ 14,80

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

ISS das Sociedades de Profissionais



ISBN 8573490357
Autor César Giffhorn
Formato: 14 x 21 cm - 144 págs.
ISS das Sociedades de Profissionais

Este livro proporciona uma análise segmentada do ISS. Nele poderão ser encontradas a exposição e a solução dos problemas surgidos com a operação das sociedades de profissionais. Os inúmeros exemplos apresentados têm o propósito de facilitar ainda mais o aprendizado e são essenciais para compreender as minúcias do tema. O conteúdo do livro é aplicável em todos municípios brasileiros. Para tanto, o autor dedicou-se ao estudo teórico e prático do ISS acompanhando as disposições da legislação federal. Está atualizado pela Lei Complementar n Q 116/2003 e também por diversas outras normas correlaciona das com o assunto abordado. No Brasil, esta obra é a pioneira na literatura técnica especializada sobre sociedades de profissionais. Sua leitura também é indispensável como fonte de consulta e de atualização profissional. Valor: R$ 45,00

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sábado, 17 de outubro de 2009

Licitação passo a passo - Tipo melhor técnica e técnica e preço



ISBN 8573490055
Autor Jose Caetano
Formato:14 x 21cm - 176 págs - Gramas: 0,210
Licitação passo a passo - Tipo melhor técnica e técnica e preço

ISBN:8573490055 ANO:2002 EAN/ISBN-13:9788573490053 Esta obra não tem o propósito de esgotar o tema licitações, nem a pretensão de se constituir em um "best seller". É, isto sim, objetivo do Autor oferecer informações úteis e práticas sobre licitações, tipos de licitações, contratos administrativos e estudos (com os devidos comentários) de casos relativos à aplicação -correta ou incorreta - da lei federal e correlata por entes públicos e entidades coligadas, utilizando uma linguagem acessível e, sobretudo, inteligível para os lidadores com processos licitatórios e/ou administrativos, sejam eles ligados à Administração Pública ou profissionais/estu-dantes do Direito, sejam licitantes ou, simplesmente, interessados em contratar com entes/órgãos públicos. Destaca-se, sem dúvida, a abordagem prática da obra, cujo objetivo principal é servir como guia àqueles que operacionalizam licitações, às autoridades administrativas, aos membros das comissões julgadoras, aos licitantes, aos profissionais e estudantes de Direito, Contabilidade, Administração, Tecnologia da Informação e outras áreas afins. Valor: R$ 23,00

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